quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Barista Business #8

Ao atender clientes estrangeiros.
Há os que cooperam, não falando português ou inglês, após umas tentativas lá nos entendemos, nem que seja em portunhol/espanhol. O que leva a muitos risos. Depois há os ingleses que querem aprender as palavras em português, o que é do melhor. E os que querem saber o nosso nome e começam a flirtar como se mandassem naquilo tudo (mete piada). E depois há os estúpidos, não cooperam, não falam nada que se entenda e não se esforçam para entender.
Há encontros mais felizes que outros.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Sonhos estranhos

Há pessoas cujos sonhos fazem o mínimo sentido, ou são normais. Depois há os meus sonhos. 
Há dois dias sonhei que estava a dançar na faculdade, em cima de cacifos, daqueles de metal, e depois caí por um buraco e fui ter a um mundo espécie de Alice In Wonderland onde as cenouras eram 3 vezes o meu tamanho e era proibido comê-las. E isto é um sonho inspirado por uma conversa sobre o jogo Alice: Madness Returns. 
Esta noite, sonhei que ia para a praia com 3 amigos/as, um deles era o Evan Peters (ou Tate Langton de American Horror Story) por quem tinha uma crush, o cenário muda e de repente ele é meu namorado e estou sentada numa plateia à espera dele, que se senta ao meu lado a tocar guitarra, porque obviamente é músico. Nisto começa a mexer no cabelo da rapariga à minha frente e eu fico com ciúmes e agarro-me ao seu braço. E isto é um sonho influenciado pelo novo CD dos Marianas Trench (que é genial), pelo Evan Peters (que é genial no papel de Tate), pela maratona de AHS (que quero rever agora) que fiz ontem e quem sabe o que mais.

Barista Business #7

Na internet, encontrei uma pessoa a dizer que considerava um "scam" o facto de os 2 maiores tamanhos (Grande & Venti) levaram ambos 2 shots de café.
Ora bem, na minha humilde opinião, e por muito que adore café, uma bebida que leva leite, chocolate/menta/avelã/etc., natas e às vezes caramelo/chocolate por cima não precisa de mais do que 2 shots de café em proporção. Claro que há quem precise de mais café, mas à partida vão perguntar na caixa quantos shots é que a bebida leva, para nós podermos aconselhar ou não a acrescentar mais shots, por muito que custe mais 30 centimos, às vezes compensa. 
Lá porque em outras lojas o equivalente a um Venti tem 3 shots, não acho que seja razão para dizer que a nossa forma de fazer bebidas seja um scam.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Barista Business #6

No outro dia, ocorreu a cena mais estranha de sempre. 
Estava eu muito bem a varrer o chão, às 22h, quando uma colega se aproxima e me pergunta se tenho um penso higiénico porque estava um senhor ao balcão a pedir um para a irmã. Lá vou eu buscar um, porque não custa nada, e ,quando o entrego, o homem olha para mim de olhos esbugalhados e aponta para uma pulseira azul fininha que tem e diz-me, com aquele ar de louco: "Uso sempre esta pulseira...Humilty...Humildade!". Nisto a minha colega entrega-lhe um copo de champanhe cheio de água, no qual ele pega e vai embora.
What the freaking hell. Não, isto não foi um sonho.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Expectativas

As tendências auto-confirmatórias são uma merda. Let me tell you why. 
Pessoas inseguras, como eu, gostam bastante de acreditar em coisas boas, mas, quando dizem algo mau em que não queremos acreditar, essa ideia infiltra-se na nossa mente até provarmos a veracidade ou falsidade dessa afirmação. Se me dizem que x é y, mas eu quero acreditar que é z, toda a evidência, por mais endrominhada que seja, que verifique que x é mesmo y, vai saltar-me à vista. É irritante, faz-me sentir mal por julgar x e faz-me sentir derrotada pela minha mente. 
Se por outro lado, se tratar de previsões astrológicas favoráveis, ou algo de bom que tem probabilidade indefinida de acontecer, vou criar expectativas e vou sair desiludida da situação.
Com estas tendências, nunca ganho. Mas como criança de espírito que sou, não consigo evitá-las.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Barista Business #5

Os clientes habituais.
Quando comecei a trabalhar no Starbucks nunca pensei que tivéssemos tanta diversidade de clientes habituais. Pensei que os que tivéssemos fossem todos jovens, mas enganei-me. 
Temos um senhor com, à volta de, 40-50 anos, super simpático que nos pergunta sempre se está tudo bem e que toma sempre um cafezinho para poder aceder à nossa wi-fi, duas senhoras/raparigas de 30 e poucos anos que pedem sempre o mesmo e ficam lá nos seus portáteis, uma data de estudantes que passam lá os fins-de-semana, um executivo, um australiano (super simpático e giro e com aquele sotaquezinho, ui), um senhor um tanto ou quanto estranho que apenas bebe água, entre outros que nem sequer conheço. 
Acho imensa piada como é que algo tão comercial e internacional consegue cativar pessoas de tão diferentes idades e gostos simplesmente porque somos simpáticos e acolhedores.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Quem diria

Caro invasor, deixe-me dizer-lhe que este ataque à minha mente está a passar dos limites. Isto de se infiltrar por entre neurónios quando eu menos espero, de permanecer cá quando eu fecho os olhos e de me enganar com ecos de memórias passadas é de mau gosto, é distractivo, é algo frustrante.
Não me interprete mal, no entanto, a sua presença será sempre bem vinda, desde que seja feita da forma convencional. Convenhamos que esta telepatia unidireccional é cansativa e psicótica. Para problemas já me bastam os de forro económico, não preciso de mais.
Mas também já conheço os da sua laia, todo o trabalho que eu tenha a tentar ignorá-lo resultará numa ressaca e numa re-caída na dependência inevitável que esse olhar causa, de forma matreira e imprevisível.
Quem diria. Quem diria. Esta não a vi eu a chegar. Quando dei por mim já tinha os pensamentos assombrados por esse pequeno objecto, por esses ecos e por essas imagens.
Não é justo. Não fiz nada para merecer sentir-me assim, tanto quanto sei. É irónico mesmo assim. 
Mas, por favor, deixa de me assombrar os pensamentos!

*p.s.- este post foi escrito numa hora de grande sonolência enquanto combatia o fechar forçado dos meus olhos

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

As coisas que se ouve ao virar da esquina

Mesmo no meio desta desgraça, gosto de pensar que tenho direito a um final feliz, com música de fundo e uma paisagem bonita.
Okay, não. Mas eu gosto de pensar que as coisas ainda funcionam assim e que os rapazes desta geração não são todos desprovidos de inteligência emocional e que pensam com a cabeça de cima. Conheço exemplos nos dois extremos, e é triste. Não sei porque é que eles pensam que ser labrego, com uma pitada de insensível, é uma boa maneira de conseguir o que seja de uma rapariga. 
Às vezes penso que sou apenas eu, que fui criada de forma retrograda, e que penso de forma completamente diferente às raparigas dos dias de hoje, ou então tenho padrões altos (sabe-se lá porquê), ou então vivo rodeada de macacos. Não conheço um único rapaz nesta cidade que seja decente e que não seja um amigo meu. E eu não tenho assim tantos bons amigos rapazes. Só 2. (Tenho mais amigos rapazes, mas são mesmo jerks.)
Entristece-me profundamente ir a passar na rua e ouvir comentários à trolha, ou à nigga, ou o que seja. É uma falta de nível cívico que mete dó. Um dia ainda lhes hei de perguntar se aquilo alguma vez resultou com eles, porque eu duvido muito.
O que aconteceu à beleza interior? Ao charme? À subtileza? ...Muito old school? Old Fashion? Old? Dêem-me boas razões para um "Comia-te toda" ou um "Olá gatxinha" ou um "Estrela, queres co'meta" ser melhor de empregar do que frases bem construídas, não canibais, não degradantes, ou que uns olhares ou sorrisos bem postos?
Epá, quem me conhece sabe que eu sou ultra pervertida, mas realmente acho horrível estas abordagens de quem faz por menos. 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Barista Business #4


Quando os colegas querem ajudar e só chateiam. 
Cada qual tem o seu modo de trabalho, mas eu devo parecer a mais susceptível a influências. Então, sempre que estou a Piso*, vêm uns 3 ou 4 dar-me dicas (note-se que já me deram a mesma dica 5 vezes) e fazer-me perder tempo, para eu no final apenas seguir e fazer à minha maneira. Obrigada pela ajuda, mas eu não preciso de ouvir a mesma dica 5 vezes, preciso é de espaço para encontrar o meu próprio ritmo. Sim algumas de facto ajudam, mas a sério, já chega meus amigos. Não é por dizerem 5 vezes que posso arrumar as loiças no alguidar de forma x ou y que me vai fazer mudar a forma como o faço, até porque eu disse, assim que começaram a falar, que eu o fazia exactamente dessa forma (e mesmo assim não se calaram). E raras são as vezes que uso alguidar. O mesmo vai para os lixos: já ouvi mil vezes e já disse mil vezes que eu fecho os sacos BEM, now shiu. Entre tantos outros exemplos. 
Vou começar a andar com uma lista de coisas que já ouvi ao peito.


*Piso: arrumar a sala, levantar mesas, limpar coisas, ver se alguém se esqueceu de algo, mudar lixos, lavar loiça, e afins.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Aspirações, Sonhos e Realizações

É tão desesperante quando pessoas que são mais novas ou da nossa idade ou um ou dois anos mais velhas já fizeram algo que valha a pena contar, algo que dê dinheiro, algo que os torne objecto de culto por parte de alguém, enquanto nós continuamos aqui sem fazer nada. 
Quando somos mais novos temos imensos planos de vida: "Aos 18 tiro a carta" , "Aos 20 saio de casa e sustento-me com um part-time", "Aos 22 de certo já sou alguém na vida", and so on. Na verdade, enquanto crianças, ligamo-nos bastante à ilusão de que a idade adulta trás consigo independência e liberdade, o que percebemos mais tarde não ser de todo verdade. Como nos dizem que aos 18 somos adultos, legalmente, pensamos que num estalar de dedos vamos poder ter tudo o que sempre quisermos. No entanto, com o passar do tempo percebemos que tal é pura imaginação, e que se queremos algo tínhamos de ter começado a trabalhar nisso há algum tempo. 
É algo injusto, se me perguntam a mim. As crianças têm uma noção completamente diferente do mundo e se os adultos não as estimularem de forma certa (pô-los em actividades extra-curriculares de algum tipo - por exemplo), as ditas cujas vão simplesmente viver abstraídas das possibilidades daquilo em que se podem tornar - veterinários, músicos, karatecas, escritores, professores de yoga, etc, etc. E, quando chegam a uma idade em que compreendem o mundo da mesma forma que a sociedade e descobrem algo que gostariam de fazer, das duas uma: ou têm a lata, a coragem e a disponibilidade para seguir o sonho, ou perdem-se na zona "cinzenta", engravatada, monótona e desprovida de imaginação, criatividade e sonhos da comunidade - o que é simplesmente triste.
Eu, pessoa que nunca frequentou ballet, escola de música, clube de xadrez nem nada parecido, pessoa que não tem apenas um sonho e que adoraria fazer imensas coisas, espero, apenas, que algum dia encontre a coragem e tenha dinheiro suficiente para viver a vida. Não quero ser uma pessoa resignada com a vida embora aceite as situações que me aparecem à frente e as tente aproveitar ao máximo. Quero viver uma vida colorida e interessante. Conhecer gente. Tocar instrumentos. Jogar xadrez na praia. Dançar em Tokyo, em Londres ou em Sydney. Conhecer os meus ídolos. Fazer algo que faça de mim o ídolo de alguém. Ajudar quem precisa de forma original. 
Já tenho 20 anos. Tenho de por mãos à obra.

xoxo

domingo, 11 de dezembro de 2011

Facebookism's

Eu acredito piamente que, quando arranjar namorado, a minha mãe só vai descobrir por facebook. Não que seja grande fã de andar a anunciar ao mundo que estou numa relação (e/ou complicada/aberta) com individuo x ou y, mas a verdade é que este acto tem-se tornado num verdadeiro ritual para novos casais, sendo que apenas é oficial e socialmente aceite quando alguém adiciona este pequeno detalhe ao seu perfil. 
Como disse o Pierre Bouvier: "I'm really starting to think that the internet may be responsible for the downfall of our civilization.... There. I said it."  - Esta citação não foi propositada nem ligada à minha obcessão como o rapaz nem com os Simple Plan, simplesmente encaixa.

Barista Business #3

À caixa. 
As pessoas têm de perceber que falar baixo não é uma boa escolha. As pessoas também têm de perceber que se abrem a carteira à minha frente e eu consigo ver que têm trocos, é bom que me dêem os trocos, se pagam com nota podem querer que vos vou encher a mão de moedas e vos vou rogar uma praga.
Se pedem um café (90 cents.) e não acham caro porque é que acham que uma água (€1,5) é caro? E porque é que pagam 2 cafés com notas de €20 mas recusam-se a comprar um doce da promoção? 
Temos de ensinar logística aos clientes: Não beber café (bica) no starbucks, se compra uma bebida é bom que seja média porque a relação preço-quantidade é a melhor, se quer um café não seja parvo e leve um bolo da promoção porque vale o dinheiro e sabe bem, se quer experimentar uma bebida não tenha medo de comprar - se não gostar nós trocamos. Não é díficil!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O que eu descubro quando vejo music videos


Acabei de me aperceber que tenho uma crush, desde sempre, pelo menino que é vocalista dos Simple Plan: Pierre Bouvier. Ele não é propriamente considerado sexy, ou lindo de morrer, cheio de músculos ou algo que faça toda a santa alma babar-se por ele, mas sempre lhe achei graça e adoro toda aquela aura de puto reguila que todos os integrantes de bandas pop-punk gostam de adoptar. Provavelmente, primeira celebrity crush que alguma vez tive, que remonta aos tempos do 3º ciclo. "Sempre gostei de homens mais velhos"?
É daquelas coisas.
xoxo

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Blog para ilustrações e outras pseudo-artes que tais

*porque eu quero, posso e mando.

Exagero do Entretenimento


Faz-me uma confusão desgraçada que, se um certo conceito de entretenimento (um enredo, um site, uma ideia, pick your choice) é popular (vampiros, imagens hipsters, imagens cómicas ao estilo 4chan/9gag, etc, etc), as pessoas acham por bem criar 5000 outras variações do conceito pioneiro da 'moda'. Isto traz única e exclusivamente a saturação e a exaustão. Tantas cópias e variações retiram o prazer do entretenimento, a qualidade e até a excitação de ver algo de novo. 
Tudo bem, eu não me importo com mais e mais filmes/livros de vampiros (toda a gente sabe que tenho um soft spot por esses), mas importo-me com as consequências: discussões estúpidas e sem fundamento sobre um tópico tão variado como acontece, por exemplo, quando se fala de música (vejo cada coisa na Internet que é mesmo de carregar no x e tentar não matar alguém virtualmente, embora adore o tópico) ou quando se fala de pessoas com estilos diferentes. No que toca às crescentes páginas de humor à lá 4chan, epá...eu gosto muito de humor, mas tudo o que vejo são traduções e re-traduções de piadas antigas, reposts por todo o lado....ver a mesma piada 5 vezes já cansa, quanto mais 10. 
Esta redundância e falta de inovação cria apenas clones: pessoas clones, programas clones, livros clones. O conceito de inédito perde-se, tornamo-nos em seres todos iguais que discutem por terem opiniões diferentes em vez de quererem partir à descoberta de novidades dentro de um tópico. É necessário andar para a frente e inovar, senão cria-se uma opinião generalizada sobre tudo: ah e tal música pop é uma merda, ah e tal vampiros perderam a qualidade e são gays, ah e tal aquelas pessoas são todas iguais e deprimentes, ah e tal, ah e tal...
Eu mesma caio nestes erros volta não volta, porque é quase impossível ser-se diferente sem se ser criticado, e é fácil criticar-se um grupo de pessoas/livros/filmes/etc que sejam semelhantes. 
O pensar antes de falar, o experimentar antes de por de lado, o inovar e o dar o beneficio da dúvida são conceitos cada vez mais importantes numa sociedade rodeada da cultura pop, das bilheteiras, dos media e das opiniões. 
xoxo

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Barista Business #2

No outro dia conheci o senhor que me paga ao final do mês. Também conhecido por Senhor Luís, o patrão da Starbucks em Portugal. Não estão bem a ver o stress de toda a gente da loja! Euzinha, muito calma, a fazer o que me mandavam e os outros nervosos como tudo. Já sei que o senhor é rígido, mas ele é simpático. O truque foi "fugir" dele, só pó caso de eu fazer porcaria. Não tive grande contacto com ele porque a minha colega é que ficou encarregue de preparar ao grupo dele um coffee tasting*.
Mas depois da trupe, entourage, gang, ou o que quer que queiram chamar a todo o grupo que ele mobilizou, se ter ido embora, tudo acalmou.

*Prova de café na calma se cheira, prova o café, e prova novamente com um sabor complementar (em forma de bolo). Tirando, posteriormente, conclusões à cerca da acidez, sabor e corpo deste.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

comprovado cientificamente, ou não.

Em Psicologia das Relações Pessoais, aprendemos que a satisfação marital decresce com o passar do tempo, devido aos filhos e ao isolamento que um compromisso desses trás para o casal no que relaciona à sua vida social. Num acesso de (não-)inteligência, segue-se o seguinte "estudo", que relaciona o que realmente acontece numa relação marital no que toca à satisfação com o que acontece com a relação trabalho-trabalhador. O eixo do "y" representa o nível de satisfação e o eixo do "x" representa o passar do tempo psicológico, ou seja, pode demorar mais ou menos tempo a atingir a situação descrita.

 

 É tudo o que tenho a dizer.
Como diria a senhora da rtp1: Contra factos não há argumentos.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Barista Business #1

*aquele no qual eu exponho, refilo, gozo, relato e, entre tantas outras palavras, conto as peripécias ou acontecimentos menores que ocorrem no Starbucks no qual trabalho


Para começar bem, hoje recebi da minha chefe o seguinte livro:
Este bebé conta, em 288 páginas, a história de como o Starbucks chegou ao que é hoje em dia, em primeira mão, e fala das diferentes batalhas que foram travadas, dos compromissos ecológicos e sociais do Starbucks, da entreajuda entre partners e outras coisinhas do estilo.
Estou curiosa para o ler embora já saiba, por alto, toda a história e todos os compromissos. 
Parecendo que não, são 40 anos de Starbucks dentro do livro. E é algo impressionante, if I say so myself, como a marca se tornou tão conhecida mundialmente cultivando o espírito da ajuda ao próximo e a prática do comércio justo.