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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Quero isto no blog. E quero, e quero, e posso e tenho.
Doctor Who é a melhor série de ficção científica à face da Terra, hands down. E eu que não sou nada dada a esse estilo nem a filmes de aliens nem nada que se pareça.

domingo, 18 de março de 2012

segunda-feira, 12 de março de 2012

Continuação do post anterior



  

Casualmente mostrando a minha fotografia com o Travis, a minha wristband e a palheta. Não tirei uma foto ao autógrafo mas também não quero parecer uma total fangirl, ora essa. E é um facto, aliás, verdade axiomática que o Travis vai ser o meu marido é melhor que tu, porque é ruivo.
E o concerto fez-me gostar ainda mais deles, o que é bom e é mau. É bastante agri-doce, expressão que em inglês soa infinitas vezes melhor (bittersweet).

P.S.: Esqueci-me completamente de referir o quão sexy o Pierre ficou a fazer um meio-mini-strip quando estavam a cantar a I'm Sexy And I Know It. 

Best Day Ever (Concertos #1)

Pois bem, hoje foi o dia do concerto dos Simple Plan e dos We the Kings. Eu sabia que ia ser genial, mas superou as expectativas!
O dia começou normal: mãe chata a atrasar-me, almoço de familia, yada yada. Mas depois lá me pus a caminho do Coliseu dos Recreios. Estava eu presa na estação à espera do comboio quando a S. me liga e eu, pensando que ela me vai dar na cabeça por ainda não lá estar, lá atendo penosamente. Nisto ela diz-me que acabou de roçar o braço contra um membro dos WTK e eu fico a lamuriar-me.
Eventualmente lá chego e assim que começo a ver gente, reparo também que há toda uma multidão a rodear o baterista dos Simple Plan - infiltro-me e emplastro uma foto com a S. Então lá arranjamos um spot na fila de espera.
A dada altura reparamos num grupinho a correr para onde, anteriormente, tinhamos visto o baterista, por isso seguimos. Vamos dar a umas escadinhas e as pessoas que lá estão dizem que o Travis (vocalista dos We The Kings) vai tocar umas musiquinhas acusticas p'á malta. Então lá ficamos a suspirar de prazer e a sorrir que nem tolas. No final do pequenino set (We'll be a Dream + Say You Like Me) o Travis diz que nos abraça a todos, e assim o fez - devido à falta de tempo não consegui uma foto com ele na altura.
E back to the waiting line.
Quando finalmente entrámos, dirigimo-nos mais coisa, menos coisa, à 5ª fila, ou 6ª, da plateia de pé, com umas raparigas que não se queriam mexer à nossa frente. Depois de uma hora de assobiar ao técnico dos WTK e fazer tempo, eis que eles entram em cena, o cabelo ruivo do Travis a esvoaçar que nem um doido. Lá cantámos tudo o que sabiamos (aparentemente quase ninguém sabia as letras embora conhecessem a banda, pois havia uma rapariga a olhar para mim com um ar muito semelhante a "como é que tu sabes isso tudo?!"). A certa altura uma palheta do Travis voou na minha direcção, na confusão pensei que não iria apanhá-la, mas ficou presa no meu cabelo e caiu no chão, pelo que foi uma questão de afastar os pés da rapariga à minha frente. Cantaram poucas músicas mas boas. Fizeram uma cover da The Middle, dos Jimmy Eat World, uma das minhas músicas preferidas de sempre.
Foi um set lindo - quero mais - e no final já estávamos na 4ª fila. Depois de um bocado, às 10h, entraram os Simple Plan: gritos gerais. Assim que vi o Pierre até se me deu uma coisinha. Começaram com a Shut Up e com a Jump, fazendo-me saltar e gastar todas as minhas energias. Seguiram-se imensas músicas e momentos únicos (tipo eles a cantarem o I'm Sexy And I Know It, ou a Moves Like Jagger) e cobriram uma boa parte das minhas preferidas. No meio disto tudo a S. não se sentiu muito bem e foi lá para trás, eu continuava a avançar à à 3ª/2ª fila, e ali fiquei. Quando uma toalha suada voou por cima da minha cabeça, levei uma mini cotovelada na testa e umas gajas começaram a lutar por ela atrás de mim. Dos Simple Plan não apanhei adereços mas só de os ver tão de perto quando eles significam tanto e há tanto tempo, foi uma noite ganha.
Acabados os concertos, dirigi-me à mesa do merchandising com os meus míseros €7. Passei por ela sem lhe ligar e juntei-me ao molho de gente à espera para tirar uma foto ou pedir um autógrafo com/ao Travis, pois ele tinnha-nos dito que iria estar alí. Lá tirei uma fotozinha, tive o meu bilhetito autografado com um "I<3U! Travis =)" e dois beijitos na cara. Noite ganha.
Como a S. queria ir embora por se estar a sentir um bocado mal, fui rapidamente à mesa de novo e perguntei o que custava 7 ou menos euros, arranjei assim uma wristband dos WTK com um leãozinho todo fofinho. Acabei por não esperar pelos Simple Plan, o que é uma pena de facto, mas como já disse, vê-los de tão perto foi espetacular.
Agora só espero vê-los novamente, em breve! Isso, e curar esta dor de garganta.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

E isto é a razão pela qual não tenho escrito aqui

A minha obsessão com as histórias do Sherlock Holmes pode, ou não, estar a atingir um limite. Senão, vejamos: 
Ando a impingir a 90% dos meus amigos que vejam a série da BBC e os filmes dos Guy Ritchie, passo demasiado tempo no tumblr a olhar para photosets dos episódios e das personagens, entro em conversas intelectuais sobre as teorias que pretendem explicar todo e qualquer detalhe que não seja especificado, vi o recente A Game Of Shadows 2 vezes, no cinema...E comprei ambos os livros que a BBC lançou, e que a Fnac catalogou, com as historias do Sir Arthur Connan Doyle com uma introducção pelos criadores da série moderna. Só tenho pena que não hajam mais, so far, da colecção da BBC, porque devo dizer que ler um livro sobre o Sherlock Holmes com o Benedict e o Martin na capa é bastante satisfatório.
Acho que nunca uma série me levou a este ponto, e selectas pessoas sabem que consigo ser bastante fanática quando gosto de algo.
Dentro deste tópico, se por acaso aparecer por Lisboa e redondezas street art a dizer "I Believe In Sherlock Holmes" ou "Moriarty Was Real", exsitem 90% de probabilidade de não ter sido eu, porque não tenho a minima da lata (figurativa e literalmente) para tal, mas não me irei calar enquanto não descobrir quem foi. Isto porque não sou a única fanática portuguesa e esta "campanha" parece estar a pegar moda em muitos locais do mundo.
Toodles, xx

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O que eu descubro quando vejo music videos


Acabei de me aperceber que tenho uma crush, desde sempre, pelo menino que é vocalista dos Simple Plan: Pierre Bouvier. Ele não é propriamente considerado sexy, ou lindo de morrer, cheio de músculos ou algo que faça toda a santa alma babar-se por ele, mas sempre lhe achei graça e adoro toda aquela aura de puto reguila que todos os integrantes de bandas pop-punk gostam de adoptar. Provavelmente, primeira celebrity crush que alguma vez tive, que remonta aos tempos do 3º ciclo. "Sempre gostei de homens mais velhos"?
É daquelas coisas.
xoxo

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Under The Covers

Assim se intitula a rubrica de covers do cantor William Beckett, postadas no seu blog. Este cantor, da agora extinta banda The Academy Is... (TAI), tem uma voz do mais melodioso e calmante que o pop-punk permite (mesmo assim não se compara ao Brendon Urie,...okay talvez). Anyhow, nos últimos dias, tenho andado a ouvir imensas músicas de TAI por me porem de bom humor e num desses dias o William fez o upload de uma nova cover. Desta vez uma adaptação acústica da música Come Pick Me Up por Ryan Adams, canção que desconhecia. Pelo que sei - ainda não ouvi a original - o Ryan Adams tem uma voz muito individual, o que tornava o processo de covering muito mais complicado, mas o William fez um trabalho excelente. Como alguém disse num comentário, algures - ele sente a música que canta. Posso dizer que este tipo de cantor é bastante inspirador para mim, e o William não é excepção à regra. Sem mais demoras, o video:

sábado, 12 de novembro de 2011

Algo que já estava a cozinhar há um mês e tal

Quando eu faço algo de que me orgulho eu adoro partilhar, mas quando faço algo que implica esperar por feedback eu raramente falo sobre isso até ter o feedback que queria, para não criar expectativas. Dito isto, há mais de um mês que eu e uma amiga pusemos em marcha um projecto para enviar aos Panic! At The Disco uma prenda feita por fãs de Portugal. 
Como é que isto veio à baila? A banda tem um clube de fãs oficial (as in, pago) que é muito dedicado e do qual a minha amiga faz parte. O clube, por sua vez, lançou um passatempo às várias comunidades de fãs de vários países - quem tivesse mais assinaturas teria uma prenda colectiva entregue à banda por alguém do clube de fãs que fosse a um Meet & Greet de um dos concertos da tour de Outono. (Meet & Greet é um nome fashion para uma sessão de autógrafos com conversa e fotografia). Anyhow, Portugal não ganhou. No entanto, uma rapariga simpática ofereceu-se para enviar o nosso presente de qualquer forma. E assim o fizemos - entre Finais de Setembro e 20 de Outubro recolheu-se várias cartas, fotos, postais, pulseiras e coisas que tais, pondo tudo dentro de uma caixa que parecia uma mala de viagem vintage. Nota - toda a prenda girou à volta da cultura tradicional portuguesa e do estilo vintage, ligando assim os gostos da banda à nossa cultura e dando-lhes a conhecer Portugal. Eu não fiz grande coisa, o mérito é todo da minha amiga por organizar tudo direitinho. No entanto, eu escrevi a carta "principal" dirigida a toda a banda, o que me deixou orgulhosa.
Não vou entrar em pormenores sobre o que escrevi nem sobre o que lhes enviei da minha parte, porque é muito foleiro. 
De qualquer forma, algumas semanas depois, antes de ontem recebemos feedback! Tudo o que a banda disse via redes sociais traduz-se num tweet pelo Brendon Urie (vocalista) que diz, citando: "Thanks to our fans from Portugal for your gifts and letters! Definitely gave us a smile. Now, on to the last show of the tour.." 
No Entanto, a rapariga que entregou a dita caixa revelou à minha amiga que eles estavam excitados com aquilo e que adoraram, sendo que o Brendon ficou triste por não poder abrir a caixa (que aparentemente nem conseguia abrir sozinho) naquele momento por a fila do M&G ser comprida. Mesmo assim, manteve a sua promessa de examinar a prenda first thing after the M&G, e assim o fez.
Devo dizer que estou bastante feliz. Nunca tinha experienciado enviar algo a uma banda/cantor que admirasse, e devo dizer que gostava de repetir um dia. 
Agora só tenho de esperar pelo dia em que eles venham a Portugal (:

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sound of Fire

Descoberta  do mês:


Um grandessíssimo obrigada à minha amiga que me disse que eu "poderia gostar da banda". Porque de facto, adoro. Tem algo de The Script, misturado com The Maine, SafetySuit e Mayday Parade, isto é, é Indie Pop-Rock, bem ao gosto de young-adults e teens. Recomendo esta música, "Money Honey" e "Loud" para já, todas integrantes do debut album destes meninos: Sound Of Fire, que infelizmente só tem 8 músicas. All in all é catchy e feliz na maioria das vezes; o vocalista, Joel Kanitz é agradável à vista e tem uma vozinha engraçada (não comparada às vozes que idolatro como a do Sr. Brendon Urie, mas é qualquer coisinha); e as melodias fazem mesmo lembrar uma comédia romântica passada ao longo do ano e das estações; com ênfase no Outono e na Primavera, do meu ponto-de-vista.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Take me to the black parade

Faz hoje 5 anos que saiu um dos álbuns que mais me ajudou a ultrapassar crises de personalidade, mini-depressões e maus dias. Parabéns The Black Parade, Your memory will carry on!

domingo, 2 de outubro de 2011

20 Anos de Nevermind

Feliz 20º aniversário ao brilhante álbum que é o Nevermind dos muito influentes Nirvana.
Para ser sincera, apenas sei que é o aniversário porque a revista de música que costumo comprar fez uma edição dedicada ao tema. E ainda bem que o fizeram, descobri imensa coisa interessante sobre a banda, a sua influência sobre bandas que eu oiço e sobre a sociedade em geral. 
Ganhei todo um novo respeito pelo Sr. Cobain, assim como pelos seus ex-bandmates, eles realmente começaram algo, e levaram o punk (e derivados) na direcção que eu agora adoro e oiço 24 sobre 24 horas. Eles são exactamente o tipo de pessoas que eu espero ser como um dia, de alguma forma: pequenas formiguinhas que, trabalhando e impondo-se, revolucionam a sociedade. 
Sempre achei uma pena que o Kurt tenha morrido novo, agora ainda sinto mais. 
A minha mãe disse-me que tivemos o vinil deste álbum, infelizmente ela acha que se perdeu (que desperdício), e eu adoraria comprar a versão celebratória desta data, super deluxe, com 4 CDs e um DVD e um álbum de fotos, que custa a modéstia quantia de 115€ na Fnac. Pois, nevermind mesmo.
Quando me sair o euromilhões eu penso no assunto. 

xoxo

sábado, 6 de agosto de 2011

Se há coisa que me deixa mal disposta é o facto de imensas pessoas que fazem parte do chamado "bandom" (entenda-se o universo relacionado com bandas) sejam tão mean e simplesmente intriguistas e não tenham humor. Se alguém diz algo a brincar contra a banda que adoram: all hell breaks loose. Se a banda que adoram faz uma brincadeira: all hell breaks loose. Se alguém arranja namorada: all hell breaks loose. Se alguém usa uma piada que "já não tem piada": all hell breaks loose. Por tudo e por nada são começados dramas que eu realmente não entendo. Não podem falar de maneira civilizada, sem trollar, sem usar a palavra faggot ou gay, e usando lógica? 
Estão constantemente a atacar-se uns aos outros entre fãs de bandas diferentes (exe.: fans de MCR a gozar com fans de PatD). E depois a falta de humor extende-se a humores desapropriados com piadas ligeiramente ofensivas. Estas pessoas precisam de: a) crescer, b) desenvolver glandulas de relaxamento, c) desenvolver humor.
Lá por a maioria ser adolescentes com problemas emocionais isso não lhes dá o direito de agirem assim e honestamente é irritante não ter muita gente decente a quem recorrer quando se quer confirmar alguma coisa. 
Yet another reason pela qual eu não poderia trabalhar com crianças/adolescentes.

Claro, existem também boas pessoas com piadas inofensivas e engraçadas, mas cada vez mais raras.

domingo, 31 de julho de 2011

Vamos lá a por os pontos nos is: Tenho algo a pedir-vos.

Eu estou fartinha de ficar sentada a ver navios passar enquanto o país nosso vizinho e hermano recebe concertos das minhas bandas preferidas (entenda-se o top 5 aqui, porque os 30 seconds to Mars já cá estiveram, e também os Paramore). 
 Por isso eu decidi que irei fazer a minha parte para tentar trazê-los cá, no entanto, as bandas que eu mais gosto são bastante incógnitas em Portugal (e mostly são bandas de Alternative Rock/ Pop-Punk - algo que não é muito "mainstream" neste país). Daí o meu plano.

Comecemos com uma banda fácil: Cobra Starship. Alguns são capazes de conhecer os hits "Hot Mess" e "Good Girls Go Bad". Ou até outras músicas deles. Muito bem, o novo albúm, intitulado Nightshades, sai dia 30 de Agosto, e já existe um main single + um outro single que saiu há poucos dias. Apostando no primeiro, "You Make Me Feel..." (video no post, em baixo), aqui vai o meu pedido:

Enviem emails com sugestões para as rádios que conhecem e ouvem, onde pensem que a música se integre. Eu, pessoalmente, só oiço 3 estações de rádio: Comercial, Cidade FM e MegaHits.  E para essas aqui deixo as formas que achei pertinentes para os contactar sobre o assunto.
Cidade fm: http://cidadefm.clix.pt/shows/top40/vote.asp - no final dessa página tem uma caixa de sugestões
Comercial: http://radiocomercial.clix.pt/ no final da pag. tem "extras" - feedback - escolhes departamento geral
MegaHits: mail@megahits.fm - só encontrei o mail no site deles.

Tendo em conta a natureza pop/dance da música em questão eu acho que não custa tentar e só me sinto bem por perseguir algo que me agrada. Assim peço também que, se gostarem da música, passem a mensagem aos vossos amigos e blogs/ redes sociais. Se não ouvem rádio, no problem, enviem se puderem na mesma, porque o objectivo de tudo isto é fazer com que eles sejam conhecidos em Portugal e não para que possamos ouvir a voz do vocalista nas nossas rádios apenas

Está na altura dos Cobra Starship terem a sua chance em Portugal!

sábado, 23 de julho de 2011

When I give into my band fangirl self.

Agora, I'm all about Cobra Starship. Lutei, lutei mas acabei por ceder à música upbeat e mood lifter deles.
Pois bem, hoje, houve um "webchat" com o vocalista (Gabe Saporta - meio) e com o guitarrista (Ryland Blackinton - extrema esquerda). E eu, feita fangirl fui ver - god was I happy. E depois descobri que podiamos falar com eles, bem era um chat afterall,e muito rapidamente me inscrevi no site de modo a aceder à caixinha para lhes fazer perguntas. Nem notei ou me importei muito com o facto de aquilo estar a escrever em amarelo quase fluoroscente, porque, ao fazer a simples pergunta de "How about coming to Portugal?" obtive uma resposta simples, não certa, mas certamente mood booster de que, sim, segundo o Gabe, "Portugal? We'd love to go to Portugal." 
É tão engraçado como estas pequenas coisas me deixam feliz. Principalmente porque o Gabe é uma pessoa que de certa forma eu admiro, pelo que ele dá a conhecer em entrevistas e etc. ele é alguém cheerful e downright adorable. O que apenas me faz gostar mais dele enquanto artista (: .
But what if they came.
What if...

xoxo