quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Nanowrimo: the countdown

Faltam pouquinhas horas para me lançar de cabeça neste projecto. Já delineei pontos chave da histórica mas ainda tenho um longo caminho a percorrer. Estou muito, mas muito ansiosa. Vamos ver se consigo comprometer-me a isto, pois Novembro é um mês algo crucial para a faculdade.
Vou com certeza dar noticias ao longo do mês sobre o progresso (ou não) da história. Talvez depois mostre algumas partes, se interessar a alguém. Para falar um pouco da história:
Uma jovem adulta, Ingrid, que conhece um rapaz, quando é internada devido a um ataque do qual é vitima. Ingrid é proveniente de um ambiente muito pouco propicio a crianças e adolescentes - um mundo de droga e vicios, chamemos a este sitio "Underground". Já o rapaz é o outro lado da moeda. A história cresce à volta da descoberta, auto-conhecimento muito drama e romance. 
A S. ficou super surpreendida por eu, geek natural, não escrever nada com vampiros, sci-fi ou a mínima pitada de fantasia, na realidade morro de amores por escrever coisas simples. Quanto a esta sinopse, retirem que eu de facto ainda não dei nome ao moço, estou a batalhar com este promenor ainda.
Opiniões, dicas, pensamentos?

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

sábado, 20 de outubro de 2012

Botões mentais e a sua não-utilidade

(Encontrei, no outro dia, este pequeno texto que escrevi há uns tempos, decidi-me por partilhar:)


Tenho um botãozinho na minha mente com o teu nome escrito nele. Cada vez que o pressiono, lembro-me de ti. No entanto, acho se estragou, porque não me sais da cabeça. Poderia arranjar o botão até, ou substituí-lo por algo mais útil. Mas não consigo. E não irei, nunca, admitir publicamente que sempre pressionei o botão com a intenção de te manter para sempre em pensamento, para te manter por perto quando na realidade te encontravas a quilómetros de distância. Com a ansiedade que a espera provoca, todos os dias pressionava um bocadinho mais, na esperança que o toque fizesse passar o desejo de te querer ver. Mas agora não o posso pressionar, pois estraguei-o. E não o quero arranjar. Não quero que a tua imagem escape por entre neurónios, sem que eu te possa alcançar. Pelo menos não até te ver de novo.

(Sou tão lame.)

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

As pessoas não devem pensar.

Sinto-me mais que irritada hoje. E vamos meramente a meio do dia.
A minha chefe achou por bem dar-me uma pseudo-descompustura em como eu sou uma pessoa horrível que não quer ajudar os meus colegas com os horários.
Ponto de situação: Eu torci o pé, não conseguia andar, não fui trabalhar. Puseram alguém a trabalhar no meu lugar e não me disseram nada. A pobre pessoa veio falar comigo a dizer que eu lhe devia horas quando eu não podia estar mais não-informada sobre isso. 
A rapariga queria que eu lhe fizesse um horário que a mim não me dá jeito nenhum: não tenho folgas entre estudar e trabalhar, todos os meus momentos são preciosos para estudar, fazer dois turnos num dia não só é estúpido como não me dá o mínimo jeito. Que foi o que eu disse tanto à rapariga como à minha chefe. Mas parece que ninguém percebe o problema.
É super injusto tendo em conta que sou sempre eu que faço trocas com quem não pode trabalhar e etc. Ajudo sempre os meus colegas, e quando é comigo ando sempre à caça de alguém que me faça horário porque parece sempre que ninguém pode. Trocam-me horários e eu não me queixo. E eu não pedi a ninguém para me substituir naquele dia, aliás pensei que mo fossem descontar e estava descansada da minha vida. Mas não, quem se lixa sou sempre eu.

(Update: Agora vem-me a rapariga falar sobre responsabilidade e que sempre teve dois trabalhos e que sempre conseguiu conciliar tudo. Uhm, ainda bem para ti? Se não consigo porque é que não aceitas e não me deixas fazer-te outro dia? E disse-me também que sempre que falta alguém naquela loja eles substituem, mas isso não acontece. Já presenciei umas 5 faltas em que ninguém foi substituído e ninguém morreu por isso. E aparentemente faltaram duas pessoas no mesmo dia que eu, mas claro que tinham de me substituir a mim.)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

NaNoWriMo

Também conhecido como o National Novel Writting Month, este evento tem por objectivo cada participante escrever um romance/obra/livro (ou mais) que perfaça um total de 50 mil palavras. Quem alcançar o objectivo é considerado um vencedor. O vosso prémio é basicamente uma obra vossa e horas de sono que nunca conseguirão recuperar. Aconselho a espreitar o site
Este ano decidi-me a participar, finalmente, e vamos ver como corre. Sendo o meu primeiro ano, o meu objectivo, mais do que as 50,000 palavras, é conseguir escrever uma obra completa e totalmente em português (pois tenho o hábito de escrever em inglês). 
A comunidade portuguesa parece-me bastante apoiante e conheço inclusive uma rapariga que por lá anda. 

O NaNoWriMo tem inicio a 1 de Novembro e acaba dia 30 do mesmo mês. Vão ser 30 dias completamente loucos, vai ser faculdade, trabalho e nanowrimo. Dormir é para os fracos!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Foi preciso chegar ao 3º ano para realmente perceber que não poderia estar a tirar outra coisa que não algo relacionado com o Homem. 
Mais vale tarde do que nunca.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

da Honestidade

Percebi nos últimos dias o quanto prezo a honestidade e frontalidade por parte dos meus amigos. Seja fácil ou difícil de engolir. Falta de frontalidade deixa-me desconfiada, e vir a saber de assuntos por terceiros deixa-me infeliz. 
Julgava piamente que uma amizade tinha por base a confiança de se poder partilhar os nossos pensamentos uns com os outros sem julgamentos prejurativos, fosse uma opinião boa ou má.

Mas afinal, como sempre, estava enganada e se tentar resolver um problema falando com uma pessoa, que prezo muito, apelando a sua ajuda para chegar ao consenso final sou basicamente rotulada de "push-over" e tratada como se estivesse a atacar alguém.  E depois eu é que estou errada por tentar falar. Porque o assunto tem de ser resolvido em conselho de estado de certeza. É que eu nem quero saber de "ganhar" discussões, eu pura e simplesmente quero, de forma objectiva, perceber o problema a fundo e resolvê-lo. Eu não guardo rancor, sou demasiado distraída e, no fundo, demasiado boazinha para isso, mas não quero que pensem que estou eternamente zangada. 
É nestas alturas que percebo que nem toda a gente vê como realmente sou por dentro, e possivelmente só 3 pessoas neste mundo me percebem a esse ponto, ainda que não a 100%. Não entendo que imagem tão má de mim própria é que passo, ao ponto de me sentir que nem o monstro do Frankenstein. 

Em conclusão, é frustrante estar no terminal a quem é "dado p'ra trás" sem conseguir fazer nada por muito que se queira.
Fica aqui a deixa para se algum dia alguém me quiser dizer algo, sejam honestos.