Over and out.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
Da Feira do Livro
Epá estava um tempo todo ronhónhó mas aquilo estava a abarrotar! Então nas bancas da Leya era impossível ver livros. Mas depois passei pelas que me interessavam: BDMania, com os seus mangas a 4€ mas nenhum que eu quisesse; Devir, que desconhecia mas deixei lá €21 porque tinham exactamente aquilo que procurava; Saida de Emergência - Final-freaking-mente comprei os dois primeiros livros d'Uma Bruxa Em Apuros da Kim Harrison, e so on. A Presença parecia ter livros interessantes mas não me consegui aproximar, o mesmo aconteceu com a Book.It.
O senhor Nuno Markl passou por mim e pela minha amiga mas eu obviamente não reparei. Havia uma banca a dar chocapic e euzinha foi armada em criança, e fui muito feliz assim.
All in all não me posso ver perto de livros do meu género se não vou querer comprar tudo.
domingo, 22 de abril de 2012
Barista Business #21
A partir da próxima semana mudo de loja, por causa da falta de pessoal. E como para tudo, há dois lados da moeda. É muito giro ir para o Rossio porque gostaram de mim lá, mas muito sinceramente as coisas que me contam sobre aquela equipa preocupam-me um bocado. Depois é muito giro mudar de ares porque me ando a passar com alguns dos meus actuais supervisores, mas a verdade é que vou sentir a falta de muitas pessoas do Chiado.
O pior de tudo é que é incerto se é temporário ou para sempre. O que me vale é que por enquanto vou ter 2 pessoas do Chiado lá comigo.
São as coisas da vida, suponho. Ao menos não fui despedida.
Mas preferia que contratassem pessoal.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Post Bi-anual queixando-me dos trabalhos de grupo
Que falta de pachorra. Não tenho tempo para nada e depois tenho de andar atrás de pessoal legalmente adulto para que eles se façam homens e mulheres e acordem para a vida, porque senão não se faz nada.
Não tenho vida para repetir cadeiras e certamente não tenho paciência para fazer trabalhos em segunda época. Sinto-me especialmente inclinada a agredir pessoas se me responderem com o habitual "ah, esqueci-me" ou "ah, tive outros trabalhos".
Epá, though luck, eu também não só tenho uma porrada de trabalhos para Maio como tenho frequências a duas cadeiras e ainda trabalho a sério. Já não posso com estas cenas de deixar tudo para a ultima. Nem a porra de um video conseguem ter feito até ao final das férias da Pascoa (sorry Rafa, mas sabes que é verdade e estou fartinha de andar atrás de vocês a massacrar-vos com isso).
Estou deveras irritada e cansada, e é um efeito de bola de neve, quanto mais penso nisso mais me irrito. E já estou mesmo a ver que vou ter de chegar a Segunda-feira a berrar com pessoas. É assim não sou mãe nem babysitter de ninguém e odeio crianças em geral, pelo que não o faço por gosto. Assim como odeio mandar nas pessoas. Mas quando ninguém tem autonomia correspondente a um estudante universitário, não há grande coisa que eu possa fazer (e aqui já não estou a falar de ti Rafa).
E depois ainda me vem a minha mãe dizer que tenho mau feitio quando ela também só faz perguntas estúpidas.
Como diria a J.: ninguém merece.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Barista Business #20
Olá, eu sou a Vanessa, tenho 20 anos e faço a duckface reflexivamente. A sua bebida é tamanho médio?
A minha M. adora ir para a loja chatear o pessoal antes de ser hora de ela entrar, pelo que aparecem estas pérolas aqui e ali. E como eu sou parva não consigo tirar uma foto decente porque me dá vontade de rir.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Experiências no mundo da apresentação televisiva
Pois é, pois é, aventurei-me no casting para novo VJ da MTV. Só o fiz "porque sim" visto não ter quais quer perspectivas de avançar a uma próxima fase. Tudo na desportiva, muita energia e diversão e entusiasmo, mas tremia por todo, to-do, o lado. Acabei o casting em 3 minutos de 5 máximos e ainda fiquei a tremer uma meia hora. Mas de modo geral foi engraçado embora me amaldiçoe por me ter enganado nas lyrics de uma das minhas músicas preferidas (sim tive de cantar). E confere que a televisão faz o pessoal mais gordo, minha rica cara.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Das coisas que me põe os cabelos em pé
O ser humano está perdido. Esta é a verdade axiomática que governa tudo o que me rodeia e, se falei com algum de vocês por mais de 5 minutos de certo já me ouviram proferir coisas semelhantes (e.g. 'o mundo está perdido', 'as pessoas hoje em dia, sinceramente...', 'vou imigrar para Marte'). Desde há semanas atrás que ando com isto na cabeça. Tenho visto com cada coisa mais estapafúrdia que quase me dá vontade de chegar às pessoas e perguntar 'mas ouça lá, você é cego-surdo-mudo ou é mesmo só civicamente retardado?'. Mas eu sou uma pessoa civilizada e por muito que me tomem por antipática ou arrogante, nunca na vida seria propositadamente rude para com alguém simplesmente por serem idiotas.
Mas vamos então enumerar alguns pontos que tanto eu como amigas minhas observámos ou sofremos: certa vez estava eu com as minhas amigas a conversar enquanto entrávamos no metro, todas trajadas, e ia-me eu a sentar quando, do nada, vem uma mulher de rompante, fura o seu caminho à minha frente e se senta onde eu me ia sentar; um outro dia, ia eu no elevador dos armazéns chiado e, ao chegar ao piso para sair, quando as portas abriram, as raparigas que lá estavam à espera, correram para dentro do elevador e não deixaram ninguém sair; no dia da greve (22/03) quando cheguei ao Rossio, também não me queriam deixar sair do comboio e tive de furar caminho; inúmeras vezes vou a andar ou estou sentada numa cadeira, ao lado de um sitio de passagem, e levo encontrões porque as pessoas não têm cuidado; há também o exemplo clássico das pessoas que gritam ao telefone ou ouvem música com a mania que são DJs. Depois há o tipo de acto que vemos nas notícias e que é geralmente mais grave, mas não me recordo de nenhum exemplo que eu própria tenha visto, porque evito ver o telejornal. Também no dia da greve, o senhor maquinista resolveu que, embora aquele fosse o ultimo comboio do dia estipulado por lei, não fazia mal chegar 40 minutos atrasado e levantar toda uma sub-manifestação por parte dos utilizadores do comboio, que de cívicos também pouco tinham.
Então e os mendigos? Não digo que eles não precisem de uma ajudinha mas eu sou muito agarrada ao meu dinheiro pois sou, na verdade, pobre. Sou eu que pago todas, ou a maioria, das minhas despesas. Ganho um ordenado que não dá nem para tapar a cova de um dente se for mês de pagar propinas. E depois vêm-me os sem abrigos todos (bem só aquele muito chato que costuma andar nos comboios da linha de sintra) refilar e insultar-me por não lhe dar uma moeda, quando na verdade nem costumo andar com trocos. Eu até já dei metade da minha sandes a uma rapariga sem abrigo, mas epá isto aqui não é o da Joana. Faz-me imensa confusão que eles, tendo energia e corpo funcional, não tentem endireitar a vida, e isso é também à sua maneira, falta de civismo.
E há também todo um outro grau de falta de civismo ao qual atribuo o nome de...bem não posso revelar o nome, mas de qualquer forma refiro-me ao tipo de pessoa que implica com tudo o que fazes, esteja bem ou mal, mete o nariz nos teus assuntos, adora dar ordens e fazer-se superior, mas depois faz a mesma porcaria que tu.
O que pretendo dizer é: as pessoas estão a desistir de serem decentes. As pessoas estão a gerir-se pela lei do mais forte e do cada um por si (até parece que nunca ouviram falar dos 3 mosqueteiros). Mas depois vêm-me com as acções de solidariedade e com o "mas dê o que puder", e o sempre popular "ajudar o próximo" e com lições morais de "faz o que eu digo, não faças o que eu faço". Meus amigos, a hipocrisia está mais que batida. Eu odeio generalizar, mas no que toca à raça humana, sim raça, é bastante claro. Até eu sou hipócrita algumas vezes, nunca fui perfeita, mas ao menos tento não ser rude. Se algum dia algo que eu diga soe a hipocrisia ou cinismo propositados, estou provavelmente apenas a ser sarcástica ou irónica como é natural em mim.
Se todas as pessoas forem rudes, desagradáveis e pouco cívicas, então que raio de mundo vai ser este? Ainda vamos fazer o "2012" acontecer mais depressa e causar o fim do mundo. Esqueçam a anarquia, isto é tipo sida: o sistema imunitário enfraquece, os glóbulos brancos não combatem já nada e no final o organismo apanha uma infecção que, de outro modo, teria sido facilmente combatida mas devido à sida não é e morre tudo.
E depois ainda me dizem que eu sou social, quando na verdade tenho uma relação amor-ódio com as pessoas e as suas estupidezes de estimação.
domingo, 1 de abril de 2012
Barista Business #19
E eis que, após algum tempo, volto a esta tag ou rubrica ou o que lhe queiram chamar. A vida de um barista não é assim tão interessante, mas hoje por acaso, até foi. Fui parar ao Rossio por metade do meu turno! Como é óbvio, cada loja tem a sua fama, e a do Rossio é que se trabalha muito, mas muito mesmo. No entanto, adorei estar lá! E foi um sábado, por isso sim, havia movimento. Senti-me como se estivesse na minha própria loja, a equipa foi toda super acolhedora e divertida e ajudaram-me a decorar os cantos à casa. Notei também que havia um pouco mais de organização, ou pelo menos uma organização que combina melhor comigo do que a do Chiado (também por o espaço atrás do balcão ser mais pequeno em largura, é necessário outro tipo de posicionamento por parte de quem lá trabalha). E segundo consta, adoraram ter-me lá também.
Mas, gostando ou não, é como passar férias: é tudo muito giro mas viver lá permanentemente não está nos meus planos. Gosto muito da minha linda equipa, embora às vezes me partam a cabeça. Por às vezes quero dizer imensas vezes.
Mas isso são assuntos que não é para o publico saber. Ou pelo menos não neste post.
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